Confirmação da integridade das estacas antes de avançar a obra;
Diagnóstico técnico confiável para tomada de decisão;
Laudos claros, completos e com ART, prontos para apresentar à diretoria, projetistas e fiscalização.
Mais do que “rodar ensaios”, nosso objetivo é entregar segurança técnica para a sua fundação.















O Ensaio de PIT é um ensaio de integridade que utiliza impactos de baixa energia (low strain) para avaliar o comportamento das estacas e identificar:
Falhas de concretagem e possíveis vazios;
Estrangulamentos ou alargamentos do fuste;
Irregularidades que podem comprometer o desempenho da fundação;
Indícios de comprimento efetivo diferente do previsto em projeto.
Na prática, é um “exame” da estaca que ajuda a responder a pergunta mais importante:
“Posso confiar nessas fundações para seguir com a obra?”





EXCELENTE Com base em 15 avaliações Publicado em Jessica SilvaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. A empresa conta com profissionais competentes, com excelente capacitação técnica e domínio das ferramentas utilizadas para medidas em campo, resultando em dados claros e precisos.Publicado em Victor GuedesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Uma empresa de altissima qualidade nos serviços prestados e no atendimento ao cliente tambem, faz diversos tipos de ensaios para fundações com muita técnica e cuidado, gerando otimos resultado aos seus clientesPublicado em Natália HonoratoTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Maravilhosa!Publicado em Raphael AlvesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Equipe excelente e prestação de trabalho com muito profissionalismoPublicado em Bárbara MatosTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google. Tive uma boa experiência com essa empresa. Me auxiliou em tudo o que precisei! Contrataria outras vezes e indico para meus colegas de engenharia.Certificado: TrustindexO selo verificado do Trustindex é o Símbolo Universal de Confiança. Apenas as melhores empresas podem obter o selo verificado que tem uma pontuação de avaliação acima de 4.5, com base nas avaliações dos clientes nos últimos 12 meses. Leia mais
Planejamento e execução do PIT seguindo rotinas padronizadas, minimizando ruídos e incertezas;
Interpretação feita por engenheiros com vivência em fundações profundas, conectando projeto, campo e resultado;
Análise criteriosa dos sinais, evitando conclusões apressadas ou genéricas.
Laudos com linguagem objetiva, destacando o que é crítico, suspeito ou aceitável;
Gráficos, comentários técnicos e recomendações bem estruturadas;
Emissão de ART para todo o trabalho, dando respaldo técnico e documental ao seu empreendimento.
Atuação em obras urbanas e remotas, com planejamento logístico adequado à região;
Ajuste de cronograma à realidade da sua obra, evitando paradas desnecessárias;
Contato direto com o responsável técnico da Solos & Geotecnia, sem burocracia.
O ensaio de integridade (PIT) é realizado por meio da fixação de um acelerômetro no topo da estaca, utilizando uma resina à base de petróleo. Após a fixação, o operador aplica golpes leves na cabeça da estaca, gerando ondas de baixa intensidade que são captadas pelo acelerômetro e processadas pelo equipamento de aquisição de dados. A partir dessas informações, são geradas curvas de velocidade versus comprimento, permitindo a análise da variação de impedância, a estimativa do comprimento da estaca e outras características relevantes.
Por meio da execução dos ensaios de PIT, é possível obter informações sobre o comprimento real das estacas, identificar eventuais variações de impedância ao longo do fuste e determinar a velocidade de propagação da onda no material. Com esses resultados, os dados são interpretados de forma a identificar possíveis falhas executivas nos elementos de fundação.
A recomendação técnica para o ensaio PIT é realizá-lo em 30% a 50% das estacas executadas na obra. No entanto, em alguns casos, os projetistas podem especificar sua aplicação em 100% das estacas. O ensaio é indicado quando se deseja obter parâmetros relacionados a possíveis variações de impedância ao longo do fuste. Em estacas moldadas in loco, é possível identificar variações decorrentes de falhas de concretagem ou contaminação por solo. Já em estacas pré-moldadas de concreto, o ensaio pode detectar falhas em emendas ou problemas estruturais no elemento de fundação.
É importante ressaltar que o PIT avalia a variação de impedância; portanto, eventuais danos identificados devem ser confirmados por meio do ensaio PDA.
O uso do ensaio PIT é recomendado para estacas de concreto ou de argamassa. Para estacas metálicas, sua aplicação não é indicada, pois as características do material podem dificultar a interpretação dos resultados. No entanto, em alguns casos, pode-se tentar obter resultados satisfatórios ajustando a velocidade de propagação da onda no material.
Para estacas moldadas in loco, o ensaio PIT deve ser realizado após o arrasamento do topo da estaca, removendo-se todo o material contaminado proveniente da execução. Em seguida, é necessário lixar a superfície, deixando o topo da estaca plano e livre de partes soltas, de forma a evitar interferências durante o ensaio.
No caso de estacas pré-moldadas, deve-se garantir o nivelamento adequado do topo e a ausência de fragmentos soltos, assegurando as condições ideais para a execução dos ensaios.
Recomenda-se que o ensaio seja realizado apenas após, no mínimo, 14 dias da execução das estacas, além de ser imprescindível dispor de informações sobre a resistência do concreto ou da argamassa utilizada nos elementos de fundação.
Não é possível realizar o ensaio diretamente no bloco de coroamento. No entanto, é viável escavar ao redor do bloco para localizar as estacas e, assim, executar o ensaio por meio da abertura de uma janela lateral no fuste das estacas.
Não, o ensaio PIT não é normatizado no Brasil. Contudo, sua execução segue como referência normas internacionais, como a norma americana ASTM D5882-96, as normas francesas NFP 94-160-2 e NFP 94-160-4, a norma australiana AS 2159-1995, além da especificação inglesa Specification for Piling do Institution of Civil Engineers, capítulo 11.2.
Apesar de ser um tema polêmico, o PIT é considerado uma ferramenta importante para avaliação de estacas, mas não deve ser interpretado como um ensaio conclusivo ou incontestável. Ainda assim, é extremamente útil para detectar variações de impedância ao longo do fuste, permitindo direcionar ensaios específicos de avaliação de desempenho, conforme previsto na NBR 6122.
Conforme destaca a norma americana:
“O teste de integridade pode não identificar todas as imperfeições, mas pode ser uma ferramenta útil para detectar grandes defeitos dentro do comprimento efetivo. Além disso, o teste pode identificar pequenas variações de impedância que talvez não afetem a capacidade de carga da estaca. Para estacas com pequenas variações de impedância, o engenheiro deve utilizar seu julgamento quanto à aceitabilidade dessas variações, considerando outros fatores, como redistribuição de carga para estacas adjacentes, transferência de carga ao solo acima do defeito, fatores de segurança aplicados e requisitos de carga estrutural.”
Assim, o PIT é uma excelente ferramenta para inspecionar um grande número de estacas, direcionando de forma eficiente os ensaios complementares de avaliação de desempenho, como o PDA e o PCE, contribuindo de forma significativa para a confiabilidade da fundação.